Resumen
O objetivo deste artigo é analisar a concepção de Universidade Popular que os movimentos sociais constituíram nas primeiras décadas do século XX na América Latina nos processos de reformas universitárias e de câmbios sociais do continente. Como metodologia, realizamos uma análise histórica com base em documentos e materiais produzidos pelos movimentos sociais e protagonistas dos processos correspondentes. Compreendemos que esta concepção se materializou nas lutas e foi se constituindo como uma perspectiva crítica à universidade colonial e oligárquica que se impunha no continente latino-americano, apontando possibilidades e disputas de projetos nas Reformas Universitárias dos anos 1920, especialmente na Argentina, Chile, Peru e Cuba. A Universidade Popular concebida na América Latina forjou-se nos processos de lutas sociais e de vinculação da universidade com os povos latino-americanos.

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